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Crítica de arte: Eu, Encruzilhada!

Crítica de arte: Eu, Encruzilhada!

Sin perder la ternura
Por Leandro Aguiar Ontem sai de casa apenas para relaxar um pouco, andar e ver gente no entanto encontrei dois caras que nunca se conheceram, mas tem muito em comum, sai de casa para vê-los, mas não tinha a menor ideia dessa proximidade, talvez nem eles sabiam e menos ainda que se encontrariam. O primeiro deles é nato de Franca interior de São Paulo e o seu berço irá definir muito daquilo que ele virá a ser ao longo da vida. Filho de uma doceira com um sapateiro sua condição socioeconômica menos favorecida e a negritude vão balizar suas escolhas. Forma-se em contabilidade pelo Atheneu Francano (1929), aos 15 anos alista-se no exército e muda sua residência para São Paulo, em 1930 passa a integrar a Frente Negra Brasileira, em 1938 organiza o Congresso Afro-Campineiro, e em 1944 o TEM
Irmãs nascidas na alma e no coração.

Irmãs nascidas na alma e no coração.

Sin perder la ternura
Por Leandro Aguiar Confesso que eu não sou muito afeito a datas comemorativas e normalmente esqueço-me das celebrações, além de esquecer não costumo curtir devido ao fato de que vivemos em uma sociedade em que todos estão sempre competindo e ao explicitar amor por alguém é quase como negar a possibilidade de outros “amores”, outros “bem-quereres”, outros “gostares”... Passei a vida buscando formas de negar a esta forma de ver o mundo, sempre achei que as pessoas ocupam funções específicas a partir da forma como entram na sua vida e dessa maneira ninguém é mais que ninguém, ninguém é mais importante que ninguém, no entanto não posso passar esse dia em branco, não posso deixar de mostrar quatro pessoas que vieram ao mundo como anjos para ao seu modo cuidar de mim: Raquel Amaya divide os
Lutar para educar! Educar para luta!

Lutar para educar! Educar para luta!

Sin perder la ternura
Por Leandro Aguiar Nada mais oportuno do que discutir educação hoje e vamos começar de uma breve, mas conhecida história para entendermos as argumentações que se seguirão: Oficialmente comemora-se em 07 de Setembro a chamada independência do Brasil é um processo que vai de 1821 a 1825 e que abre um profundo conflito entre o Reino do Brasil e o Reino de Portugal, dentro do que até então se conhecia por Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. As Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa tomam decisões que a partir de 1821 reduziriam o status do Brasil que retomaria o seu antigo estatuto colonial. Tudo começa com a vinda da família Real ao Brasil que recusa-se a participar do bloqueio continental contra o Reino Unido, incapazes  de resistir a represália Francesa os Orleans
O PT é o maior culpado pela eleição de Eduardo Cunha; quem mandou ignorar os movimentos sociais?

O PT é o maior culpado pela eleição de Eduardo Cunha; quem mandou ignorar os movimentos sociais?

Opinião
Vi este texto casualmente através de um compartilhamento do companheiro Gilberto Maringoni  do PSOL e achei brilhante.  Laura Capriglione, foi precisa e incisiva com palavras que não poderiam receber outro nome que não sejam cirúrgicas e por isso não consegui evitar e tomei a liberdade de reproduzir com os devidos créditos no Escola dos Communs. Ao analisar o episódio a autora consegue mostrar aquilo que é evidente e que assustadoramente tende a ficar pior dentro de um panorama em que o congresso é ainda mais conservador e caricato que sua média histórica. Leia abaixo a integra do texto publicado originalmente no Blog da Laura  Capriglione Por Laura Capriglione Grande derrotado na eleição em primeiro turno do novo presidente da Câmara dos Deputados, o Partido dos Trabalhadores precisa
Minha retrospectiva pessoal.

Minha retrospectiva pessoal.

Sin perder la ternura
Por Leandro Aguiar Eu podia estar matando, podia estar roubando, mas estou humildemente aqui fazendo essa piadinha tosca, imensamente utilizada e, portanto batida, mas não obstante estou pensando e muito em tudo que aconteceu nos últimos anos em que gradativamente me desconstruí, rigorosamente tudo que eu tinha como “vida” veio abaixo e a despeito das bordoadas que tomei em 2014 esse foi um ano de reflexão que na verdade estão inconclusas e devem se encerrar ao longo de 2015, ainda assim servem como referência para constituir as bases de um futuro em médio e longo prazo. As intermitentes crises depressivas não raramente foram acompanhadas de conclusões que para qualquer um que está apenas observando beira o absurdo, ainda que não sejam originais, eu, por exemplo, pensei em morrer, e cheg