EU APOIO OS GUARANI-KAIOWÁ.

GRANDES GUERREIROS, MAIS UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA....

BRASIL, BASTA DE VIOLÊNCIA!!!! DE PRODUTORES RURAIS DO MATO GROSSO DO SUL.... PASSARAM A SER PRODUTORES DE MORTE INDÍGENAS.... 

maxresdefaultFazendeiros atacaram a tiros na manhã e tarde desta quarta-feira, 24, a comunidade Guarani e Kaiowá do tekoha Kurusu Ambá, que está acampada desde a madrugada desta segunda-feira, 22, em retomada de área tradicional. Nesta parte da terra indígena está instalada a fazenda Madama. Ainda não é possível afirmar se houve mortos e feridos, mas em contato telefônico com os indígenas foi possível ouvir tiros ao fundo. O ataque ocorreu porque a Polícia Federal não cumpriu o acordo intermediado pelo Ministério Público Federal (MPF), nesta segunda, e na manhã de hoje, 24, simplesmente não acompanhou os fazendeiros que para a Madama se dirigiram com o intuito de seguir com a retirada de pertences. Com isso, o proprietário da fazenda sentiu-se livre e impune para incitar os demais que o acompanhavam a juntos expulsarem os indígenas do local. http://cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&conteudo_id=8182&action=read

Por Marcelo Christovão. Tiro porrada e bomba, a verdadeira política indigenista do Brasil. Hoje MS tem 3 áreas ocupadas por índios da etnia guarani. Numa delas, agora na hora do almoço, houve confronto entre os índios e pistoleiros armados. Os indígenas dizem que há feridos e uma criança foi morta. Á área ocupada chama-se Fazenda Madama e os indígenas são da aldeia kurusu Ambá, no município de Coronel Sapucaia, fronteira com o Paraguai. Os índios estão na área desde segunda mas até agora a Polícia Federal (única que pode atuar em aldeias) não foi lá. Nada separa as armas dos índios, além de um brejo onde eles estão refugiados. MPF já foi até a área e está voltando pra lá. Outras duas áreas foram ocupadas recentemente em MS: -Fazendas Água Brava e 27 Estrelas no município de Aral Moreira. Indígenas da aldeia Guaiviry. - Uma fazenda no Município de Paranhos, indígenas da aldeia Ypo'i. Histórico de violência de Kurusu Ambá: - A terra sagrada de Kurusu Ambá trata-se de um território tradicional imemorial do povo Kaiowá e passou a ser reivindicado através de retomadas por parte dos indígenas, a partir de janeiro 2007. Na ocasião, os indígenas foram expulsos de seu território pela ação de pistoleiros. Diversos indígenas foram espancados e tiveram seus corpos baleados e a rezadora Xurite Lopes, uma senhora de mais de 70 anos, foi assassinada. - No mesmo ano, obstinados por recuperar seu território, os indígenas iniciaram novo processo de retomada e novamente tiveram uma liderança assassinada por pistoleiros. Desta vez, foi o indígena Ortiz Lopes que acabou perdendo a vida na tentativa de devolver aos Kaiowá seu Tekoha. - Em 2009, durante a terceira tentativa de retomada, com o GT da FUNAI já instaurado, Osvaldo Lopes foi também assassinado. - A partir deste novo ataque sofrido, os indígenas voltaram a viver em acampamentos de lona ao longo das rodovias e estradas existentes entre Amambai e Coronel Sapucaia em situação completamente desumana, que gerou a morte de uma grande quantidade de crianças. - Em novembro de 2009, os indígenas retomaram pela 4ª vez o pequeno pedaço de sua terra tradicional, ocupando uma pequena faixa de mato nos limites da reserva legal onde incide a fazenda Maria Auxiliadora. Sofreram processos de reintegração de posse, porém sua permanência foi garantida por decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) 3. - Apesar de estarem dentro dos limites do seu território os indígenas foram mantidos estes últimos anos em uma espécie de confinamento. Com a paralisação dos procedimentos demarcatórios, os Kaiowá ficaram alijados de sua própria terra, sobrevivendo de maneira desumana, sem ao menos terem suas condições básicas de vida supridas. Amigos, por favor peçam ajuda aos departamentos responsáveis pela segurança dos parentes... Denunciem... MINISTÉRIO DA JUSTIÇA: Telefones 55 (61) 2025.9286 / 2025.9168 / 2025.9236 / 2025.9643 E-mail - estatistica@mj.gov.br Coordenadora Geral de Pesquisa Cristina Neme e-mail: luciane.moraes@mj.gov.br Telefone: 55 (61) 2025.3635 Coordenador do SINESPJC Rafael Rodrigues de Sousa e-mail: rafael.rodrigues@mj.gov.br Telefone: 55 (61) 2025.3233 Endereço: Ministério da Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Secretaria Nacional de Segurança Pública SCN Qd. 06 Conjunto "A" Torre "A" 1º Andar Sala 112 Shop Do Inoxping ID CEP: 70.716-900 Brasília-DF Assessoria de Comunicação Social Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (67) 3312-7265 / 9297-1903 (67) 3312-7283 / 9142-3976 www.prms.mpf.gov.br ascom@prms.mpf.gov.br http://www.prms.mpf.mp.br/servicos/cidadao DEMARCAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO JÁ!!! POR FAVOR, RESPEITEM O DIREITO SAGRADO E CONSTITUCIONAL DOS PARENTES DE VIVER NA TERRA DE SEUS ANCESTRAIS!!!

Assine a petição online.


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