Tag: Haddad

Eleições 2016 e o sexo dos anjos!

Eleições 2016 e o sexo dos anjos!

Nacional
Por Leandro Aguiar A definição em primeiro turno na capital paulista em 2016 nos leva a algumas conclusões, no entanto observar a conjuntura apenas pelo resultado da capital paulista é um reducionismo que não explica objetivamente a situação e por isso começo pela minha leitura do primeiro turno como um ponto de partida. Em vinte textos busquei traçar um panorama das quatro candidaturas que estavam mais à esquerda do espectro político e sem sombra de dúvidas essa era a de Altino do PSTU, partido que infelizmente manteve-se isolado sem buscar ou permitir o diálogo com outras forças quase que absorto em sua construção como razão central de sua existência, postura similar a de Henrique Áreas que foi a expressão daquilo que seu partido o PCO é como regra dentro do movimento organizado e se m
Um voto de sobrevivência.

Um voto de sobrevivência.

Nacional
Nenhum de nós que tem ou teve a militância socialista como mantra para a vida ignora o fato de que para derrotarmos o golpe em curso é preciso mobilizar e isso se faz levando a classe trabalhadora as ruas rumo a uma greve geral, no entanto por qual razão essa concepção precisar estar desvinculada de outras ações que podem se complementar neste embate? Um exemplo claro disso é a polêmica do “Dérbi” Constituinte X Eleições Gerais, todos sabemos que nenhuma é de fato factível na conjuntura atual e ai o que fazemos? Mantemo-nos isolados para saber qual palavra de ordem vai servir para agitação das lutas. Não seria mais lógico abrir mão de ambas a fim de conformarmos uma frente única que levasse a construção por uma greve geral? Essa polêmica só nós leva a percepção de que os vários grupos
Os sintomas de um processo que apenas começou…

Os sintomas de um processo que apenas começou…

Nacional
Eu inicio aqui um tipo de "conclusão" daquilo que defendi nos três artigos anteriores onde diferentemente dos demais eu busco apontar o caminho que eu pretendo seguir para definir o meu voto e de certa forma como critério para restabelecer ou não uma militância orgânica à partir de janeiro ou fevereiro do ano que vem. Obviamente ele não é uma fórmula fechada, assim como eu não sou dono da verdade, porém é uma contribuição que nesta quarta parte veio dividida em duas devido sua extensão, e se é um diálogo por qual razão eu ignoraria os comentários que são um valoroso "feedbak" para aprofundamentos dos conteúdos. Quem entra com regularidade no escoladoscommuns.com.br sabe que é um mecanismo de mídia independente na medida em que não se utiliza de nenhum tipo de publicidade, outros elemento
Em caso de Dória, Russomano, ou Marta: Vote em Haddad!

Em caso de Dória, Russomano, ou Marta: Vote em Haddad!

Nacional
Por Leandro Aguiar Tendo como referência tudo aquilo que foi dito nos artigos anteriores se por um lado temos uma massiva participação da direita mais reacionária que se apoia na onda conservadora advinda da crise econômica de 2008 e da falência do PT que desde os anos noventa passa a caminhar cada vez mais para a direita por outro temos uma esquerda ainda mais fragmentada que não apresenta respostas contundentes para o rebaixamento da qualidade de vida da classe trabalhadora brasileira que a partir de 2013 começa sentir de forma tardia os efeitos da crise. Nada mais emblemático do que pensar Haddad ao centro dos dois blocos, e o termo que melhor o define é “centro”, Haddad é progressista o suficiente para bancar projetos como as polêmicas ciclovias, o UniCEU, ou o Transcidadania, mas
Eleições SP: Em entrevista para CBN Haddad segue politicamente correto

Eleições SP: Em entrevista para CBN Haddad segue politicamente correto

Nacional
Fernando Haddad (PT) que exibe em média 9% nas ultimas pesquisas eleitorais tenta a reeleição, o Paulistano de 53 anos, foi ministro da Educação entre 2005 e 2012, atuou na Secretaria de Finanças da gestão Marta Suplicy e foi eleito prefeito em sua primeira eleição direta. De cara a jornalista Fabíola Cidral questiona a crise politica do PT, para o prefeito o impeachment é um remédio amargo demais para ser tomado sem a comprovação de crime e diz: ‘O presidente pode errar ou acertar, mas tem quatro anos para corrigir seus eventuais equívocos’. Haddad completa dizendo: ‘a partir de agora os chefes de Executivo vão ficar um pouco mais reféns do que já são de arbitrariedades do Legislativo. ‘, além de defender declarações onde afirma ser muito forte a expressão golpe substituindo-a por ‘g